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Kawasaki Ninja 250R chega ao mercado nacional por R$ 15,55 mil


A Kawasaki Ninja 250R facilmente passaria por uma de suas irmãs maiores de 600 cm³ ou 1.000 cm³. Não fosse pelo adesivo na rabeta, as linhas da carenagem integral remetem ao design das suas irmãs maiores com propulsores de quatro cilindros em linha. Porém, a caçula da família traz um compacto motor de dois cilindros paralelos, 249 cm³ de capacidade e refrigeração líquida. Mesmo com essas especificações modestas, a Ninja 250R comporta-se como uma superesportiva em miniatura. Outra boa notícia é que a moto está sendo vendida por um preço sugerido de R$ 15,55 mil. A potência máxima de 33 cavalos, além de superior a outras motos com a mesma capacidade cúbica, chega somente com o motor girando a 11.000 rotações, como em uma autêntica esportiva. O lado negativo disso é que abaixo dos 6.000 rpm a Ninja 250R não tem força, já que o torque máximo – 2,24 kgf.m só aparece a 8.200 rpm. Nos testes de pista, a 250R fez de 0 a 100 km/h em 9,59 segundos. Para brincar de esportiva com a Ninja baby o motociclista precisa girar o acelerador com vontade e passar as marchas em altas rotações para atingir a velocidade máxima de 158 km/h. Caso contrário, vai se sentir pilotando uma 250cm³ comum. Porta de entrada para o mundo das esportivas da marca japonesa, a Kawa 250R foi projetada para os motociclistas iniciantes. O caráter de mini-esportiva cumpre a função de acostumar os menos experientes ao comportamento das motos maiores. E não só pelo desempenho do motor. Os freios, a disco em ambas as rodas, parecem ter sido superdimensionados para os 170 kg (peso a seco) da moto. Têm um funcionamento eficiente e até arisco. É preciso dosar a mão para não levar sustos. Posição confortável Apesar de herdar o visual de suas irmãs maiores, a Kawa 250R deixa de lado a posição de pilotagem esportiva. Na Ninjinha os semi guidões são mais altos, montados sobre a caixa de direção, e não diretamente no garfo dianteiro. As pedaleiras posicionadas mais a frente não deixam as pernas tão flexionadas. O resultado é uma postura mais ereta e natural do que em outras motos do segmento. O painel espartano faz o motociclista perceber que a Kawa 250R não é uma superesportiva de última geração. Com desenho retrógrado, os três mostradores circulares e de leitura analógica informam rotação do motor, nível de combustível e velocímetro, com escala até otimistas 200 km/h. Suas suspensões simples também denunciam que a Ninja 250R é mais imagem que conteúdo. Na dianteira, garfo telescópico convencional sem nenhum ajuste e, na traseira, balança monoamortecida com a básica regulagem da mola. Nada de sofisticação, mas mostraram funcionamento de acordo com a proposta da moto.

Fonte: site webmotors.com.br

 

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